As propostas de ocupação eram maioria, e por incrível que pareça, nenhuma ação de proteção de áreas naturais foi proposta.
Apenas foram propostas ações de ocupação sobre áreas ainda naturais e altamente protegidas.
O caso mais triste, certamente foi a aprovação da ocupação do ainda bem preservado Manguezal de Cubatão, que agora poderá ser exterminado para novas ocupações humanas.
Além do Manguezal de Cubatão, também existiu a pressão por ocupação na praia de Itaguaré em Bertioga, neste caso, o Instituto iBiosfera brigou bravamente, estando presente em 5 reuniões e ganhando um espaço de exposição de meia hora para falar da situação natural ainda encontrada por lá.
Mesmo com a total falta de respeito do Sr.Paulo Velzi, todos os integrantes do GERCO, puderem ser notificados do que se trata a Praia de Itaguaré, e sobre suas características ecossistêmicas únicas.
Porém, todo este esforço não foi capaz de frear a fome dos “desenvolvimentistas” integrantes do GERCO que conseguiram classificar a última praia preservada de toda a Baixada Santista, como área urbana, sob Z2 especial.
O iBiosfera entregou para a Secretaria Estadual de Meio Ambiente, uma cópia da sua apresentação para o GERCO, que deixa claro a alta fragilidade ecológica da praia de Itaguaré.
Esperamos que ainda existam pessoas de luz, e que não deixem a vontade capitalista de alguns, destruir aquilo que nunca mais poderá existir: Uma praia inteira com vegetação nativa totalmente preservada, desde a Serra do Mar, até o Oceano Atlântico.
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